Por Dra. Profa. Carla Tieppo – Neurocientista e consultora do Método Supera

Uma das descobertas mais interessantes que a ciência fez nos últimos anos é que a saúde do nosso cérebro é diretamente afetada pela frequência de atividade física que exercemos.

Já foi demonstrado que a atividade física está diretamente relacionada com a neurogênese, que é a formação de novos neurônios. Dessa forma, programas de atividades físicas têm sido recomendados para a prevenção e tratamento de várias doenças, especialmente aquelas relacionadas ao estresse, mas também para demências e dependência de drogas.

A capacidade dos neurônios também pode ser potencializada com a prática de atividade física, porque é capaz de melhorar o condicionamento cardiovascular e ser uma fonte de energia aos neurônios – o coração e os vasos sanguíneos funcionam melhor, e mais sangue chega ao cérebro quando evitamos o sedentarismo.

Como é muito difícil desenvolver o hábito de praticar atividades físicas, especialmente quando já passamos a maior parte da nossa vida no sedentarismo, uma dica preciosa é que você procure aliar essa atividade física a coisas que são prazerosas para você.

Comece devagar, indo dançar com amigos ou caminhar na praia com mais frequência. Depois, com o seu corpo mais preparado, procure aumentar o grau de desafio. Lembre-se de que uma boa caminhada no parque, mesmo que seja bem devagar para observar pássaros e árvores, já é bem melhor do que ficar no sofá entretido com a televisão.

 

 
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