anterior…

21. Mas, se não estiver funcionando, melhor se divorciar.

Embora um casamento feliz seja um bom indicador de saúde futura, nem tudo está perdido para os divorciados – ou pelo menos para as divorciadas.

“Mulheres que abandonam um casamento infeliz tendem a florescer, como as solteiras. Na verdade, até mesmo as viúvas mostraram bons resultados”, disse Friedman, do The Longevity Project, à revista Time. “Por quê? Porque as mulheres têm o apoio de outros amigos, enquanto os homens dependem das mulheres para suas vidas sociais e ficam desamparados quando perdem esse laço.”

Eis um conselho que serve para todos: assuma o controle de sua vida social e não fique trancado em casa, especialmente se tiver se separado.

22. Capriche na escovação dos dentes.

A má higiene bucal já foi associada a uma menor expectativa de vida. Manter uma boca saudável, escovando os dentes e usando fio dental regularmente, pode reduzir os riscos de doenças cardíacas, demência e derrame.

23. Tome sempre um cafezinho (de preferência café turco).

Uma xícara diária de café turco, rico em antioxidantes e polifenois, pode ser o segredo de uma vida longa, segundo um estudo da revista Vascular Medicine. Pesquisadores da Escola de Medicina de Atenas conduziram um estudo com 71 homens e 71 mulheres que vivem na ilha grega de Ikaria – cujos habitantes tendem a viver 90 anos ou mais – e descobriram que aqueles que tomam o café turco todos os dias têm melhor função endotelial que aqueles que tomam outros tipos de café.

24. Bote o pé no pedal.
cycling

 

Como caminhar em passo acelerado (também na lista), o ritmo de suas pedaladas pode indicar sua longevidade. Um estudo de 2011 com ciclistas de Copenhague indicou que homens que pedalam mais rápido viveram cerca de cinco anos a mais que os que pedalam devagar. As ciclistas mais rápidas viveram quatro anos a mais, em média. Atividade física faz bem, e a atividade física vigorosa é ainda melhor.

25. Ou seja um superciclista.

Um estudo apresentado na edição de 2013 do Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia mostrou que ciclistas franceses que participam da Volta da França tendem a viver mais que seus pares não-ciclistas. O estudo contou com dados de 786 ciclistas franceses que participaram da prova pelo menos uma vez entre 1947 e 2012. Os autores compararam a saúde e as causas de morte dos atletas com as de outros franceses de idade semelhante, mas que não participaram da Volta da França. A conclusão foi que a taxa de mortalidade dos ciclistas profissionais foi 41% mais baixa em relação ao grupo de controle. “No contexto das recentes preocupações com técnicas de melhoria de performance e os potenciais efeitos negativos do excesso de atividades físicas de alto nível, os dados sobre a saúde e as causas de morte entre ciclistas de elite tem interesse particular”, disse em um comunicado Xavier Jouven, autor do estudo e pesquisador do Centro Especializado em Morte Súbita, de Paris.

26. Adote a dieta mediterrânea.

Idosos que seguem a dieta mediterrânea – rica em gorduras saudáveis (como azeite), peixes e legumes e verduras – podem viver mais, em comparação com quem não segue o mesmo regime alimentar. O estudo, publicado na revista AGE em 2011, mostrou que a dieta mediterrânea aumenta em 20% as chances de uma vida mais longa.

27. Pare de fumar.

Não que você precise de mais argumentos para largar o cigarro, mas estudos mostram que parar de fumar pode ajudar as mulheres a viver dez anos a mais. O estudo, publicado na revista The Lancet, incluiu 1,3 milhão de mulheres cujos hábitos de saúde foram analisados entre 1996 e 2001.

28. Coma fibras.

Consumir muitas fibras – especialmente de grãos – pode ajudar a evitar morte prematura por doenças cardíacas, infecções e doenças respiratórias em homens e mulheres, bem como o risco de morte por câncer entre os homens, segundo um enorme estudo publicado em 2011 na revista Archives of Internal Medicine. A pesquisa mostrou que as pessoas que seguem as recomendações de consumo de fibras– 25 gramas diárias para as mulheres e 38 gramas diárias para os homens – tinham menor risco de morte num período de nove anos.

29. Constitua família.

family

 

Ter filhos pode ajudar a viver mais porque há menos risco de sofrer de câncer ou doenças cardíacas. Mas o estudo, publicado na revista Science & Medicine em 2010, mostrou que esse benefício de saúde só parece se estender para quem teve apenas dois filhos.

30. Mas espere alguns anos antes de começar.

Pode ser mais difícil para elas engravidarem, mas mulheres que têm filhos depois dos 40 parecem ter mais chances de viver até os cem anos, segundo um estudo de 1997. Isso não é fisicamente possível para todas as mulheres – e esse é um dos pontos do estudo. Se a mulher ainda não entrou na menopausa depois dos 40, provavelmente tem os genes antienvelhecimento necessários para comemorar o centésimo aniversário, relata o The Independent.

31. Torça para ser menina (se você for pai!)

Queridinha do papai? Você está fazendo um favor para ele. Segundo um estudo de 2006 da população rural da Polônia, filhas podem aumentar a vida dos pais. De fato, os pais tinham em média 74 semanas extra de vida para cada filha.

32. Torça para serem gêmeos (se você for mãe!)

Mães que dão à luz um par de gêmeos podem viver mais, segundo um estudo publicado na Proceedings of the Royal Society B.

O resultado surpreendeu os pesquisadores, relata o LiveScience: “Em vez de ser um acidente reprodutivo que esgota a energia e os nutrientes da mãe, gêmeos podem ser uma adaptação evolutiva segundo a qual as mães têm a chance de passar seus genes adiante duas vezes, em uma tacada só.”

Uma ressalva: o estudo era uma resenha de relatos de partos no Estado de Utah no século 19, portanto os gêmeos eram naturais, não resultados de fertilização in vitro – uma explicação comum para os gêmeos nascidos hoje em dia.

33. Estude.

Quem fica na escola por pelo menos 12 anos tem mais anos de vida pela frente do que quem não completa o ensino médio, segundo um estudo da Universidade Harvard publicado em 2008. A pesquisa, publicada na revista Health Affairs, envolveu a análise de dados do Estudo Nacional Longitudinal de Mortalidade.

34. Mude seus hábitos (começando agora).

Mudar seus hábitos — comendo alimentos integrais, fazendo exercícios, meditando e usando sua rede de apoio — pode potencialmente reverter o envelhecimento celular. Um estudo recente publicado na revista Lancet Oncology mostrou que fazer essas mudanças saudáveis está associado a telômeros mais longos, as “pontas” dos cromossomos; telômeros mais curtos são relacionados ao envelhecimento celular, bem como a maiores riscos de doenças relacionadas à idade. Embora o estudo não comprove que mudanças de estilo de vida saudável realmente retardem o envelhecimento, aceitamos qualquer notícia positiva sobre a escolha de um estilo de vida mais saudável.

35. Não tenha medo de envelhecer.

A maneira de encarar a idade pode ter impacto no número de aniversários que você vai comemorar. Segundo um estudo publicado em agosto no Journal of Personality and Social Psychology, adultos que têm atitudes positivas sobre o envelhecimento vivem sete anos mais que aqueles que têm atitudes negativas. Pense em cada velinha do bolo como uma conquista!

36. Medalha! Medalha! Medalha!

 

medal gold

 

Eis mais um motivo para atletas de elite buscarem a medalha de ouro (ou prata, ou bronze): medalhistas olímpicos vivem mais. Apesar de os pesquisadores não saberem com certeza por que esses esportistas são mais longevos que seus pares civis, uma das teorias é que os patrocínios e o acesso aos melhores médicos tenha alguma relação com os anos extra de vida.

Mas nem todos os atletas olímpicos são iguais: aqueles que participam de provas de resistência, como corridas de longa distância, ou de esportes que envolvem técnica apurada (como golfe) têm vida mais longa que os que praticam esportes de explosão, como luta e levantamento de peso. Ainda assim, os atletas vivem mais que os não-atletas.

37. Seja japonês.

Os japoneses têm a maior expectativa de vida do mundo, segundo os dados mais recentes da Organização Mundial de Saúde, de 2011. Meninas nascidas no Japão em 2012 podem esperar viver 86,41 anos, em média. (Mas um estudo recente publicado na revista The Lancet sugere que a expectativa de vida dos japoneses pode ser superada pela de suecos, italianos e austríacos.)

38. Largue as vitaminas.

Muitos profissionais de saúde defendem o consumo de suplementos de vitaminas para suprir deficiências da alimentação. Mas uma resenha de 815 testes clínicos feita pela Universidade de Copenhague indica que tomar esses suplementos na verdade encurta a vida. Os estudos investigaram os benefícios de saúde de suplementos comuns, afirma a BBC, e encontrou-se uma relação entre o consumo dos comprimidos e os riscos de morte. Segundo a reportagem da BBC, um suplemento de beta-caroteno representa risco 7% maior de morte, e as vitaminas A e E, de 16% e 4%, respectivamente. Além disso, outro estudo descobriu que mulheres mais velhas têm mais risco de morrer de doenças cardiovasculares ou câncer se tomarem vitaminas diariamente – especialmente suplementos de ferro.

Mas é melhor consultar um médico antes de largar seu suplemento vitamínico diário: críticos dos estudo afirmam que a explicação para os resultados pode estar no fato de alguns participantes terem problemas de saúde pré-existentes e, portanto, as vitaminas não têm relação com a mortalidade.

39. Inspire-se na comunidade latina.

Os pesquisadores falam no “paradoxo hispânico”: apesar de renda média mais baixa, ausência de seguro-saúde, educação e outras medidas de status socioeconômico, as pessoas que se identificam como latinas vivem em média 2,5 anos mais que a média dos americanos, segundo pesquisas do governo. Por quê? Os pesquisadores não sabem ao certo, mas uma das teorias tem a ver com a influência dos valores tradicionais da América Latina, como a união das famílias. Eis o que diz a New American Media:

Algumas evidências superficiais sugerem que muitas comunidades latinas desincentivam comportamentos de alto risco, tais como fumar ou beber demais e usar químicos alteradores de consciência. Esse reforço social, que oferece conforto e apoio, além da ajuda prática da comunidade, contribui para um estilo de vida saudável.

40. Vá à igreja.

church

Ir à igreja semanalmente pode acrescentar de 1,8 a 3,1 anos de vida à sua expectativa de vida, segundo uma resenha de pesquisas publicada em 2006 no Journal of the American Board of Family Medicine. A explicação para esses anos extra de vida pode estar na redução do estresse associada à igreja, mas também é possível que “fazer parte de uma comunidade religiosa ajude a encontrar sentido para a vida”, disse ao LiveScience o autor do estudo, Daniel Hall, do Centro Médico da Universidade de Pittsburgh.

41. Beba álcool (mas moderadamente!)

Um ou dois copos por dia podem ajudar adultos de meia idade a viver mais, segundo um estudo de 2010 publicado na revista Alcoholism: Clinical and Experimental Research. Mas tudo depende da moderação – o estudo também mostrou que quem bebe muito tem 42% mais risco de mortalidade. “Pessoas mais velhas que ingerem álcool devem lembrar que mais de dois drinques por dia excedem as diretrizes de consumo de álcool do governo americano, e isso significa mais riscos de quedas, problemas de abuso e interações medicamentosas potencialmente adversas”, disse em comunicado Charles Holahan, autor do estudo e pesquisador da Universidade do Texas, em Austin.

42. Coma peixe.

Os ácidos graxos ômega-3 – encontrados em peixes e também em alguns vegetais e sementes – podem contribuir para a longevidade. Um estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard mostrou que pessoas mais velhas com altos níveis de ômega-3 no sangue viviam em média 2,2 anos a mais que aquelas com baixos níveis de ômega-3.

43. Ajude o próximo.

Voluntários podem viver mais que as pessoas que não doam seu tempo, segundo estudo da Universidade de Michigan. Mas há um porém: o voluntariado tem de ter o propósito de ajudar os outros, não a si mesmo.

44. Tire férias.

vacation

Se você se sente culpado por sair de férias, considere o seguinte: uma análise do famoso Estudo de Framingham mostrou que a longevidade dos homens tinha relação direta com a quantidade de férias tiradas.

45. Transe.

Passar aquele tempo a mais entre os lençois pode acrescentar anos à sua vida. Um estudo de 2010 com 1 165 homens de meia idade mostrou que transar uma vez por mês ou menos está associado a um risco 45% maior de doenças cardíacas, em comparação com fazer sexo duas ou três vezes por semana, relata o WebMD.Mulheres que gostam de sexo podem viver até oito anos mais que as que não gostam.

46. Durma bem.

Chega de sono atrasado. Quem não dorme o suficiente morre mais cedo do que as pessoas que dormem bem. Em um estudo de 2010, homens que dormiam menos de seis horas por noite tinham quatro vezes mais chance de morrer num período de 14 anos. Os autores do estudo escreveram que essa associação é um “risco subestimado”.

47. Mas não durma demais.

É bom não dormir de menos – nem demais. Vários estudos sugerem que mais de nove horas de sonos podem aumentar os riscos de problemas sérios de saúde, bem como de morte prematura. Um estudo indicou que quem dorme demais tem 30% mais chance de morrer prematuramente que as pessoas que dormem entre sete e oito horas diárias.

48. Adote um bicho de estimação.

pet

Se você precisa de mais um motivo para ter um bicho em casa – além, claro, do amor incondicional que ele vai te dar –, considere o seguinte: pesquisas mostram quedonos de gatos ou cachorros tendem a viver mais que quem não tem bichos em casa. Um estudo mostrou que ter gatos pode reduzir em um terço os riscos de ataque cardíaco. Outro estudo apontou que donos de cães lidam melhor com depressão e outros problemas de saúde relacionados ao estresse. E é claro que… eles são tão fofos!

49. Entre para o 1%.

Sim, os ricos vivem mais. Eis uma pesquisa que não surpreende ninguém: uma conta bancária gorda tem forte correlação com a expectativa de vida. Algumas das explicações: melhor acesso à educação, que está associada à longevidade; acesso à saúde; menos riscos de ser vítima de crimes violentos. Além disso, alguns pesquisadores sugerem que saúde traz riqueza: pessoas saudáveis conseguem trabalhar e acumular riqueza, o que, por sua vez, as mantém saudáveis, diz a U.S. News and World Report.

Esse índice de saúde-riqueza não está limitado só aos indivíduos. Cidadãos de países com PIBs maiores têm maior expectativa de vida.

50. Coma brócolis.

A comida predileta de Barack Obama pode garantir que ele vá conhecer os netos de Malia e Sasha, suas filhas. Um estudo descobriu que quem come os parentes da mostarda – como brócolis, couve-flor e repolho – tende a viver mais. Os pesquisadores sugerem que isso tem relação com a alta quantidade de vitamina C e outros nutrientes desses alimentos.

51. Corra – mas não muito.

Corridas moderadas podem acrescentar entre cinco e seis anos à sua vida, segundo uma análise de dados realizada em 2012 pelo estudo Copenhagen City Heart. Mas, segundo pesquisas da Universidade da Carolina do Sul, quem corre mais de 35 quilômetros por semana, a uma velocidade superior a 11 km/h, ou mais de cinco vezes por semana, pode não ter esse benefício de longevidade.

52. Lave as mãos.

Parece bobagem, mas lavar as mãos pode salvar sua vida. Um estudo de 2005 mencionado pela Organização Mundial de Saúde estima que lavar as mãos poderia salvar mais vidas mundialmente que qualquer vacina ou outras intervenções médicas.

53. Tome café – com moderação

coffee

O cafezinho faz bem: a bebida é rica em antioxidantes, pode reduzir os riscos de diabetes e já foi associada a menor risco de depressão entre as mulheres. Ainda assim, é melhor não tomar mais de quatro xícaras por dia. Um estudo de longo prazo publicado na revista Mayo Clinic Proceedings indica que quem toma mais de quatro xícaras diárias de café tem 21% mais chances de morte que quem consome café moderadamente.

54. Faça amigos no trabalho.

Fazer amizades no trabalho ajuda não só na produtividade. Pesquisadores da Universidade de Tel Aviv acompanharam 820 homens durante 20 anos e descobriram que aqueles que tinham mais apoio social dos colegas de trabalho viviam mais. E quem não fez amigos no trabalho? Tinha 2,4 mais chances de morrer durante o estudo.

55. Seja mulher.

Mulheres de países industrializados vivem entre 5 e 10 anos a mais que os homens, em média. E 85% dos centenários são mulheres, disse à Time o pesquisador Tom Perls, especializado em longevidade. Há poucas evidências conclusivas que expliquem o fenômeno. Mas um estudo recente sugere que a razão pode ser o sistema imunológico das mulheres, que seria mais robusto. Outras teorias vão do maior estresse dos homens no trabalho ao fato de que as mulheres fazem escolhas alimentares mais saudáveis.

56. Supere os traumas.

Numa incrível demonstração de resiliência, um estudo mostrou que homens que sobreviveram ao Holocausto viveram mais que homens de idade semelhante que imigraram antes da ascensão dos nazistas. Os autores do estudo afirmam que essa descoberta pode ser uma amostra do “crescimento pós-trauma”, que teria levado esses homens a encontrar “mais sentido e satisfação em suas vidas”.

57. Mantenha-se ocupado.

Muita gente não vê a hora de se aposentar, mas a melhor maneira de aproveitar os anos dourados talvez seja continuar trabalhando. Entre os homens que fizeram parte do famoso Projeto Longevidade, da Universidade Harvard, aqueles que viveram mais tinham carreiras de sucesso e continuaram trabalhando – mesmo que apenas em meio período – até depois de completar 70 anos, relata a Slate .

58. Não fique sentado.

A esta altura, todo mundo sabe que ficar sentado muito tempo faz mal à saúde. Mas, segundo um estudo, ficar sentado pode ter impacto na longevidade. Segundo uma análise teórica dos dados disponíveis, publicada na revista BMJ Open, passar três horas ou menos sentado todos os dias pode acrescentar dois anos à sua vida.

59. Cuide do jardim.

green thumb

Quase todos os famosos centenários de Okinawa têm o mesmo hobby: os moradores da Zona Azul cultivam plantas. A jardinagem não só acalma como também pode ser uma excelente fonte de alimentos frescos e saudáveis.

60. Aperte o passo.

Quem anda naturalmente rápido parece viver mais, segundo um estudo de mais de 34 000 adultos realizado em 2011. Infelizmente, apertar o passo a partir da próxima caminhada não vai ajudar a colocar mais velinhas no seu bolo. Ao que tudo indica, é sua velocidade natural ao caminhar que ajuda a prever a longevidade, portanto trata-se de um fator fora de seu controle, disse a pesquisadora Stephanie Studenski ao Discovery News.

… continua

 

Comentários

comentário(s)