Os nossos obstáculos de cada dia

O texto, em primeira pessoa, começa com uma ação simples: andar pela rua. Só que há um ‘buraco’ na calçada, e, distraidamente, caio nele. Fico surpresa, me sinto perdida e sem esperanças, mas acredito que a queda não é minha culpa. Levo uma eternidade para sair dele.

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