Cuidar da saúde deste órgão tão importante vai melhorar seu desempenho nos estudos, na carreira e na terceira idade.

Muita gente hoje se preocupa em ir à academia para malhar os músculos do corpo, mas esquece um o órgão muito importante: o cérebro. Com exercícios que estimulam neurônios, é possível melhorar habilidades como memória, concentração e raciocínio.

Mas como funciona uma academia para o cérebro? No SUPERA, os halteres dão lugar ao ábaco, principal ferramenta do curso que serve para fazer cálculos de forma prazerosa e bem diferente. Com a prática, é possível sentir melhoras significativas em habilidades como raciocínio, foco e concentração.

E as atividades aeróbicas? Em uma academia de ginástica para o cérebro, elas ganham outro nome: as neuróbicas. São atividades que fazem com que seu cérebro saia da zona de conforto, criando novas conexões. E se você está pensando em algo chato e cansativo, está muito enganado. Quer exemplos de neuróbicas? Escovar os dentes com a mão não dominante, andar de costas, mudar o relógio de pulso, fazer um novo trajeto para o trabalho… Tudo isso pode ser – além de saudável! – muito divertido.

Além disso, na academia para o cérebro os alunos usam jogos de tabuleiro, individuais ou em grupo, desenvolvendo habilidades cognitivas e socioemocionais, como estratégica, relacionamento e autoconfiança.

As apostilas com exercícios exclusivos, dinâmicas em grupo e vídeos motivacionais também fazem parte da academia, contribuindo para a aplicação de uma metodologia efetiva, que transforma a vida das pessoas.

Os professores destas academias são capacitados para orientar os alunos no uso dos “equipamentos”, estimulando-os a pensar nos desafios propostos e a solucioná-los sozinhos.

Assim como uma academia para o corpo, a academia para o cérebro é relaxante e divertida. No começo, todo mundo reclama que não quer fazer, mas quando vira hábito, ninguém quer mais parar.

De acordo com a neurociência, os exercícios para o cérebro aumentam a reserva cognitiva, deixando o cérebro mais ágil para encontrar os caminhos necessários para nossas atividades diárias.

“Graças à neuroplasticidade – capacidade do cérebro em se modificar e criar novas conexões neurais -, a ginástica cerebral mantém as funções do cérebro, sem os efeitos colaterais dos remédios”, explica Antônio Carlos Perpétuo, fundador do método Supera.

O cérebro é um dos órgãos mais importantes e essenciais para a sobrevivência. Sem ele não teríamos a capacidade de raciocinar, pensar e ter sentimentos. Além disso, o funcionamento do corpo também depende do cérebro.

“Para ter uma vida saudável, não pode-se deixar o cérebro nem o corpo de lado. É preciso praticar atividades físicas regularmente, dormir bem, beber muita água, ter uma alimentação balanceada e não se esquecer do órgão mais importante do nosso corpo. Exercitá-lo com desafios na medida certa é o grande segredo para a longevidade”, completa Perpétuo.

Fonte: SUPERA 

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